Homem morre atropelado ao fugir após roubo em THE
O assaltante morto é conhecido da polÃcia, não portava documentos, e foi identificado apenas como Júnio
Após realizarem um assalto na tarde de ontem, dois homens foram perseguidos e atropelados pela vÃtima do assalto. Um dos assaltantes teve morte no local enquanto que o da garupa da motocicleta foi encaminhado para o HUT. Os assaltantes tomaram R$ 46,5 mil em malotes do escritório da empresa Coave e foram perseguidos por um funcionário. Um deles foi morto esmagado pelo carro contra o muro de uma residência, e outro ficou ferido. Os bandidos ainda tinham em seu poder uma pistola e um revólver calibre 38. O fato aconteceu no inÃcio da tarde nas proximidades da sede do River Atlético Clube, na zona Leste de Teresina.
O assaltante morto é conhecido da polÃcia, não portava documentos, e foi identificado apenas como Júnior. O ferido é Jorge das Chagas Moura, o Ronaldinho. Ele sofreu escoriações e foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina – HUT. A polÃcia não dá nomes, mas acredita que havia uma terceira pessoa, em um carro, dando suporte aos bandidos.
O funcionário da empresa saiu em perseguição no Gol branco de placa LVW-9015 com outras duas funcionárias. A moto tinha placa de NID-6485, de Monsenhor Gil. Após o acidente no cruzamento das avenidas Senador Arêa Leão e rua Professor Elias Torres, o empregado, ainda não identificado, tentou pegar o dinheiro de volta. Notas de dois, dez, e 50 reais se espalharam por toda a área do crime, até mesmo debaixo do cadáver. O motorista se evadiu.
A polÃcia cercou o local da ocorrência para tentar impedir o roubo do dinheiro, e motoristas precisam fazer um desvio para chegar até a avenida Homero Castelo Branco ou avenida Presidente Kennedy. A ação conta com a presença de policiais das Rondas Ostensivas de Natureza Especial – Rone -, 12º Distrito Policial, e 5º Batalhão da PolÃcia Militar. O Instituto Médico Legal foi ao local para retirar o corpo.
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Caros leitores, nos deparamos com mais uma situação corriqueira que certamente causará espanto e logo será esquecida. Como humanista, sempre serei averso à morte e a violência em qual situação ele se mostre, mas… por mais paradoxal que pareça, o meu sentimento ao ler a notÃcia foi de alÃvio pela morte do delinquente. Nunca me colocaria no lugar do bandido, pois nunca fui nem pretendo ser como ele, mas sim, no lugar da vÃtima (nunca poderá ser considerado assassino). Se tomou tal atitude, creio que foi instintiva, defensiva, legÃtima. Jamais entenderei que houve desÃdia no atropelamento, mas a tentativa de reagir ao absurdo a que foi submetida sem que tivesse muito tempo pra pensar se mataria. Consideraria o homicÃdio como culposo, e o absolveria com a excludente da legÃtima defesa. É bom considerar que os bandidos fariam emprego da arma de forma letal na primeira oportunidade que tivessem. Deus me perdoe, mas talvez entendeu que lugar daquele rapaz não deveria ser o convÃvio humano, por isso o levou. Menos um, in(felizmente)!