Homem morre atropelado ao fugir após roubo em THE

O assaltante morto é conhecido da polícia, não portava documentos, e foi identificado apenas como Júnio


27/01/2010 - 0:43 - Jornal Diário do Povo
Homem morre atropelado ao fugir após roubo em THE

Após realizarem um assalto na tarde de ontem, dois homens foram perseguidos e atropelados pela vítima do assalto. Um dos assaltantes teve morte no local enquanto que o da garupa da motocicleta foi encaminhado para o HUT. Os assaltantes tomaram R$ 46,5 mil em malotes do escritório da empresa Coave e foram perseguidos por um funcionário. Um deles foi morto esmagado pelo carro contra o muro de uma residência, e outro ficou ferido. Os bandidos ainda tinham em seu poder uma pistola e um revólver calibre 38. O fato aconteceu no início da tarde nas proximidades da sede do River Atlético Clube, na zona Leste de Teresina.

O assaltante morto é conhecido da polícia, não portava documentos, e foi identificado apenas como Júnior. O ferido é Jorge das Chagas Moura, o Ronaldinho. Ele sofreu escoriações e foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina – HUT. A polícia não dá nomes, mas acredita que havia uma terceira pessoa, em um carro, dando suporte aos bandidos.

O funcionário da empresa saiu em perseguição no Gol branco de placa LVW-9015 com outras duas funcionárias. A moto tinha placa de NID-6485, de Monsenhor Gil. Após o acidente no cruzamento das avenidas Senador Arêa Leão e rua Professor Elias Torres, o empregado, ainda não identificado, tentou pegar o dinheiro de volta. Notas de dois, dez, e 50 reais se espalharam por toda a área do crime, até mesmo debaixo do cadáver. O motorista se evadiu.

A polícia cercou o local da ocorrência para tentar impedir o roubo do dinheiro, e motoristas precisam fazer um desvio para chegar até a avenida Homero Castelo Branco ou avenida Presidente Kennedy. A ação conta com a presença de policiais das Rondas Ostensivas de Natureza Especial – Rone -, 12º Distrito Policial, e 5º Batalhão da Polícia Militar. O Instituto Médico Legal foi ao local para retirar o corpo.

  • Matérias Relacionadas:

1 Comentário

  1. Carlos Renato em fevereiro 2010 às 9:39 am

    Caros leitores, nos deparamos com mais uma situação corriqueira que certamente causará espanto e logo será esquecida. Como humanista, sempre serei averso à morte e a violência em qual situação ele se mostre, mas… por mais paradoxal que pareça, o meu sentimento ao ler a notícia foi de alívio pela morte do delinquente. Nunca me colocaria no lugar do bandido, pois nunca fui nem pretendo ser como ele, mas sim, no lugar da vítima (nunca poderá ser considerado assassino). Se tomou tal atitude, creio que foi instintiva, defensiva, legítima. Jamais entenderei que houve desídia no atropelamento, mas a tentativa de reagir ao absurdo a que foi submetida sem que tivesse muito tempo pra pensar se mataria. Consideraria o homicídio como culposo, e o absolveria com a excludente da legítima defesa. É bom considerar que os bandidos fariam emprego da arma de forma letal na primeira oportunidade que tivessem. Deus me perdoe, mas talvez entendeu que lugar daquele rapaz não deveria ser o convívio humano, por isso o levou. Menos um, in(felizmente)!

Deixe seu comentário